Ex-alunos contam o que os motivou a participar do programa de formação de especialistas e de que maneira o expertise abriu novos rumos para suas carreiras:

 

a-forca-da-residencia-02“Resolvi me especializar em medicina esportiva porque desde sempre fui atleta. Aqui, pratiquei handball e nos Estados Unidos joguei futebol americano, além de acompanhar os médicos de equipe onde fiquei, em Tampa (Flórida) e em New Bedford (Massachusetts). E, como desejava traçar uma profissão de qualidade, formar uma equipe de médicos do esporte e ajudar a defender melhor a especialidade, não pensei duas vezes em iniciar a residência. Me pós-graduei no ano passado e já colhi os frutos do conhecimento adquirido, pois fui convidado para atuar como gerente médico nos Jogos Paralímpicos Rio-2016. Hoje, atuo como médico do esporte da equipe de futebol feminino do Santos, leciono na Universidade 9 de Julho e tenho meu consultório, aonde ofereço acompanhamento de qualidade e promoção da saúde com atividade física com segurança para todos os pacientes.”

Fernando Hess Câmara Melo, especialista pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)

 

a-forca-da-residencia-01“O caminho para a medicina esportiva já era certo na minha vida, tanto pela afinidade que tenho com o esporte quanto pela possibilidade de poder trabalhar com o que realmente gosto e pela oportunidade de atuar em uma área em plena ascensão. Sem a especialização, especialmente sob o programa de residência, seria difícil ter um respaldo de conhecimento para trabalhar bem e com segurança. Já sou especialista há quatro anos, tenho meu consultório e executo alguns exames complementares.”

Diogo Vilar Campos, especialista pela Universidade de Caxias do Sul (UCS)

 

a-forca-da-residencia-03“O fato de eu ter sido atleta profissional de basquete, com passagem pela Seleção Brasileira, acabou me levando para a minha primeira graduação em atividade física e, depois, para fazer três anos do curso de fisioterapia, que virou um trampolim para a medicina e, consequentemente, para a especialização em medicina esportiva. Essa residência foi essencial para eu adquirir uma boa base e aperfeiçoamento na minha carreira, além de dar credibilidade junto ao paciente e também no meio médico. E, como a especialidade abrange outras áreas médicas, acabei me inserindo ainda no mundo da nutrologia, já que meu objetivo é dar suporte técnico baseado em ciência a todos que desejam realizar atividades físicas, exercícios ou mesmo uma modalidade esportiva. Quero retribuir através do meu trabalho nesse meio tudo o que o esporte me ensinou dentro e fora das quadras.”

Walter Rosamilia Kantovitz, especialista pela Universidade de São Paulo (USP)

 

Em tempo

O Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (IAMSPE), em São Paulo, e a Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), em Botucatu, não participaram desta reportagem porque ainda estão formando as primeiras turmas de residentes em medicina esportiva.